O curso enfrenta obstáculos clássicos da prática geriátrica: comunicação prejudicada pela presbiacusia, fragmentação do cuidado entre múltiplos especialistas e excesso de exames sem integração clínica. A metodologia propõe a transição do modelo tradicional dos 5 Is da Geriatria (Incontinência, Imobilidade, Instabilidade, Iatrogenia e Insuficiência Cognitiva) para o modelo contemporâneo dos 5 Ms (Mente, Mobilidade, Medicação, Multicomplexidade e o Mais Importante para o paciente). Por meio do domínio da Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), o aluno aprende a identificar o limiar funcional do idoso, prevenir a cascata iatrogênica e organizar o cuidado de forma coordenada. A proposta é reduzir a insegurança clínica e formar médicos capazes de conduzir o atendimento do paciente frágil com clareza, método e segurança.
